Europa - mapa interactivo (em português) e Atlas Mundial

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  • "Mães e Filhas" - 1º Volume Evan Hunter Colecção Livros de Bolso Europa-América 246, Editora Publicações Europa-América Idioma Português
  • "Os Herdeiros da Lua de Joana", de Maria Teresa Maia Gonzalez (Editorial Livro)
  • "Emílio e os Detectives", de Erich Kästner, ( Clássica Editora)
  • "Céu Aberto", de Virgína de Castro e Almeida (Clássica Editora)

quarta-feira, 18 de março de 2009




22 de Março, Dia Mundial da Água



No Ano Internacional do Saneamento, o Dia Mundial da Água 2008, dia 22 de Março, dedicou especial atenção à temática do acesso a serviços básicos de abastecimento de água potável e recolha e tratamento de águas residuais, enquanto factor vital para o bem-estar social, para o desenvolvimento económico e para a preservação do ambiente natural e humano. De acordo com dados divulgados pelas Nações Unidas, cerca de 20% da população mundial (1,1 mil milhões de pessoas) não tem acesso a água de qualidade e cerca 40% (2,6 mil milhões de pessoas) não tem condições básicas de saneamento.
A falta ou ineficiência dos serviços de saneamento facilita a propagação de doenças diarreicas, incluindo a cólera, que todos os anos matam 1,8 milhões de pessoas, o equivalente a 15 tsunamis num ano ou à queda de doze Boeing 747 todos os dias. As crianças são as principais vítimas das fracas condições de higiene e da ingestão de água imprópria para consumo que motivam diariamente cerca de 3900 mortes nas faixas etárias mais novas.
Considerando os compromissos do domínio da água assumidos pelas Nações Unidas no âmbito dos Objectivos do Milénio – nomeadamente reduzir para metade o número de pessoas que não têm acesso a um nível básico de saneamento até 2015 – alguns peritos afirmam hoje que, em 2015, 2,1 mil milhões de pessoas vão continuar sem acesso a serviços básicos de abastecimento de água e saneamento de águas residuais e que na África Sub-Sahariana as metas estabelecidas não serão cumpridas antes de 2076.

Em diversas áreas geográficas abrangidas pelas empresas do Grupo AdP decorreram as seguintes iniciativas no âmbito do Dia Mundial da Água:

EPAL lança livro Mirabilia Aquarum
A comemorar 140 anos de existência, a EPAL assinalou o Dia Mundial da Água dando continuidade à aposta na publicação de diversas obras de carácter cientifico e cultural, bem como à divulgação do vasto e rico espólio arquivístico e fotográfico da empresa.
No dia 19 de Março, na Mãe de Água das Amoreiras, em Lisboa, decorreu o lançamento do livro “Mirabilia Aquarum”, sobre motivos aquáticos de mosaicos romanos encontrados em território português. O livro, da autoria de Cátia Mourão, aborda a expressão do imaginário aquático na região mais ocidental do antigo império romano, ou seja, o Portugal de hoje.

Oeste acolhe exposição de cartoons sobre a Água
Nas Caldas da Rainha, a empresa Águas do Oeste alia-se à exposição internacional de cartoons “Água com Humor”, que ficará patente de 20 de Março a 5 de Maio, no Museu do Hospital, com entradas livres. Produzida pelo Museu Nacional da Imprensa e promovida pelo Centro Hospitalar de Caldas da Rainha, a exposição apresenta mais de cem cartoons sobre a "Água" produzidos por artistas dos cinco continentes, incluindo os portugueses Vasco, Eduardo Esteves e Ferreira dos Santos. Os cartoons expostos mostram os hábitos, as carências e insensibilidades humanas perante a crescente escassez de água, procurando ajudar o público a reflectir sobre este problema à escala mundial.

Águas do Mondego promove acção de educação ambiental
A Águas do Mondego promoveu acções de educação ambiental dirigidas aos mais pequenos, nos dias 26, 27 e 28 de Março, numa iniciativa conjunta com a Águas de Coimbra. Entre as acções previstas para o Museu da Água, em Coimbra, estiveram a distribuição de informação sobre poupança da água e a exibição de alguns episódios da série infanto-juvenil "Ecoman", do Grupo Águas de Portugal.




Adaptado de http://www.adp.pt/
Trabalho realizado por Vikash e Gonçalo

quarta-feira, 11 de março de 2009

Duas curiosidades da Europa

- Segundo a mitologia grega, Europa foi uma mulher muito bonita que despertou os amores de Zeus, Deus-rei do Olimpo.
- O continente europeu, que durante a Era dos Descobrimentos foi chamado de Velho Mundo, estende-se quase que inteiramente na zona temperada, acima de 35º de latitude norte, com apenas uma estreita faixa até o círculo polar Árctico.


Trabalho elaborado por:
Ana Sofia Costa
Diana Patrícia Pereira

quarta-feira, 4 de março de 2009

Padeira De Aljubarrota



Padeira de Aljubarrota




Brites de Almeida teria nascido em Faro, em 1350, de pais de condição humilde, donos de uma pequena taberna.

A lenda conta que desde pequena, Brites se revelou uma mulher corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco, boca muito rasgada e cabelos crespos.

Estaria então talhada para ser uma mulher destemida, valente e, de certo modo, desordeira.


Teria 6 dedos nas mãos , o que teria alegrado os pais, pois pensaram ter em casa uma futura mulher muito trabalhadora.

No entanto, isso não teria acontecido, pois, parece que Brites q teria amargurado a vida dos seus progenitores, que faleceriam precocemente. Aos 26 anos ela estaria já órfã, facto que se diz não a ter afligido muito.




Acabaria, entre uma lendária vida pouco virtuosa e confusa, por se fixar em Aljubarrota , onde se tornaria dona de uma padaria e tomaria um rumo mais honesto de vida, casando com um lavrador da zona.

Encontrar-se-ia nesta vila quando se deu a batalha entre portugueses e castelhanos.

Derrotados os castelhanos, sete deles fugiram do campo da batalha para se abrigarem nas redondezas. Refugiaram-se na casa de Brites, que estava vazia pois esta teria saído para ajudar nas escaramuças que ocorriam.


Quando Brites regressou, tendo encontrado a porta trancada, desconfiou da presença de inimigos e entrou alvoroçada à procura de castelhanos. Teria encontrado os sete homens dentro do seu forno, escondidos. Intimando-os a sair e a renderem-se, e vendo que eles não respondiam pois fingiam dormir ou não entender, bateu-lhes com a sua pá, matando-os. Diz-se também que, depois do sucedido, Brites teria reunido um grupo de mulheres e constituído uma espécie de milícia que perseguia os inimigos, matando-os sem dó nem piedade.

Os historiadores possuem em linha de conta que Brites de Almeida se trata de uma lenda mas, assim mesmo, é inegável que a história desta padeira se tornou célebre e Brites foi transformada numa personagem lendária portuguesa, uma heroína celebrada pelo povo nas suas canções e histórias tradicionais.


Feito por :
Catarina nº 10
Érica nº 16

Sara nº 25



Ana Maria Magalhães


Ana Maria Magalhães nasceu em Lisboa a 14 de Abril de 1946, no seio de uma enorme família onde as crianças ocupavam o primeiro lugar. A casa albergava pais, avós, uma tia viúva, notável contadora de histórias. Ali eram recebidas também com frequência os muitos tios e primos, que se instalavam para passar temporadas quando vinham do Porto, da Régua, de Moncorvo, trazendo consigo outras posturas, outras histórias, uma linguagem diferente com outras expressões, outras sonoridades.

A infância e juventude decorreram portanto num ambiente alegre, caloroso, rico de experiências humanas.Foi aluna do Colégio Sagrado Coração de Maria, onde concluiu o ensino secundário. Licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo acumulado, durante os três primeiros anos, com a frequência do Curso Superior de Psicologia Aplicada no ISPA.

O casamento, aos 21 anos, obrigaria a uma opção. Ainda estudante, começou a trabalhar no Cambridge School e depois no Gabinete de Estudos dos Serviços de Apoio à Juventude (FAOJ) do Ministério da Educação.Iniciou a actividade docente como professora de História de Portugal do 2.º ciclo no ano lectivo de 1969/1970 no Liceu António Enes em Lourenço Marques, Moçambique.

O contacto próximo com crianças africanas, indianas, chinesas e portuguesas foi tão motivante que, de regresso a Lisboa, decidiu enveredar definitivamente pela carreira docente. Encontrou colocação na Escola Preparatória de Salvaterra de Magos, onde teve oportunidade de conhecer o meio rural, experiência muito gratificante, apesar das dificuldades inerentes ao facto de trabalhar longe de casa tendo dois filhos pequenos.

No ano lectivo de 1976/1977 fez estágio pedagógico do 1.º grupo na Escola Preparatória Fernando Pessoa, em Lisboa. Entre 1980 e 1982 desempenhou funções na Formação de Professores de História (delegada com profissionalização em exercício). Em 1982 foi convidada para Técnica do Serviço de Ensino de Português no Estrangeiro. Nessa qualidade preparou e apresentou cursos de formação de professores, visitou escolas em vários países da Europa e nos Estados Unidos da América, participou em seminários do Conselho da Europa em Portugal e no Estrangeiro.

O ministro da Educação chamou-a para integrar a equipa que se ocupou da Reforma do Sistema Educativo entre 1989 e 1991. Desempenhou funções de coordenadora de reforma curricular do 2.º ciclo. Nos dois anos seguintes dedicou-se a um estudo sobre os jovens e a leitura no âmbito do Instituto de Inovação Educacional.Em 1994 aceitou o convite da Expo’98 para dirigir o Jornal do Gil.

Em 1997 foi destacada para o gabinete do Ministro da Educação a fim de estabelecer a ligação pedagógica entre o Pavilhão de Portugal da Expo’98 e as escolas.A par desta intensa actividade no domínio da educação, estreou-se como escritora de livros infanto-juvenis em parceria com Isabel Alçada em 1982.Os seus livros, que marcaram uma viragem na história da literatura infantil portuguesa, reflectem a longa e rica experiência educativa, são eco de uma infância e juventude particularmente felizes e traduzem o seu enorme talento para comunicar com os mais novos.Autobiografia (publicada na edição de 31 de Agosto do Jornal de Letras)

Trabalho realizado por Márcio e Angelo Miguel


Dia da Mãe!

As celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias a homenageavam tiveram inicio por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.

Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas actualmente é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo.



Um dia, o Amor estendeu as mãos
para o nada e abriu o espaço...

Um dia, o Amor estendeu as mãos
para o homem e abriu-se o encontro...


Um dia, o Amor se tornou
vida de tua vida e eu existi...

Mãe, o céu sem confins revela-me teu amor...
A vastidão do mar fala-me da tua bondade...
As altas montanhas refletem teu heroísmo...
A profundeza dos vales espelha tua humildade...
A beleza das flores traduz teu caminho...

Tudo isso encerras dentro de teu grande coração...
E silenciosa, serena, sorrindo,
continuas labutando no cotidiano da vida.

Um dia, o Amor se tornou
vida de tua vida e eu existi.

Obrigado, Mãe!