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- "Mães e Filhas" - 1º Volume Evan Hunter Colecção Livros de Bolso Europa-América 246, Editora Publicações Europa-América Idioma Português
- "Os Herdeiros da Lua de Joana", de Maria Teresa Maia Gonzalez (Editorial Livro)
- "Emílio e os Detectives", de Erich Kästner, ( Clássica Editora)
- "Céu Aberto", de Virgína de Castro e Almeida (Clássica Editora)
quarta-feira, 11 de março de 2009
- Segundo a mitologia grega, Europa foi uma mulher muito bonita que despertou os amores de Zeus, Deus-rei do Olimpo.
- O continente europeu, que durante a Era dos Descobrimentos foi chamado de Velho Mundo, estende-se quase que inteiramente na zona temperada, acima de 35º de latitude norte, com apenas uma estreita faixa até o círculo polar Árctico.
Trabalho elaborado por:
Ana Sofia Costa
Diana Patrícia Pereira
quarta-feira, 4 de março de 2009
Padeira De Aljubarrota

A lenda conta que desde pequena, Brites se revelou uma mulher corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco, boca muito rasgada e cabelos crespos.
Estaria então talhada para ser uma mulher destemida, valente e, de certo modo, desordeira.
Teria 6 dedos nas mãos , o que teria alegrado os pais, pois pensaram ter em casa uma futura mulher muito trabalhadora.
No entanto, isso não teria acontecido, pois, parece que Brites q teria amargurado a vida dos seus progenitores, que faleceriam precocemente. Aos 26 anos ela estaria já órfã, facto que se diz não a ter afligido muito.
Acabaria, entre uma lendária vida pouco virtuosa e confusa, por se fixar em Aljubarrota , onde se tornaria dona de uma padaria e tomaria um rumo mais honesto de vida, casando com um lavrador da zona.
Encontrar-se-ia nesta vila quando se deu a batalha entre portugueses e castelhanos.
Derrotados os castelhanos, sete deles fugiram do campo da batalha para se abrigarem nas redondezas. Refugiaram-se na casa de Brites, que estava vazia pois esta teria saído para ajudar nas escaramuças que ocorriam.
Quando Brites regressou, tendo encontrado a porta trancada, desconfiou da presença de inimigos e entrou alvoroçada à procura de castelhanos. Teria encontrado os sete homens dentro do seu forno, escondidos. Intimando-os a sair e a renderem-se, e vendo que eles não respondiam pois fingiam dormir ou não entender, bateu-lhes com a sua pá, matando-os. Diz-se também que, depois do sucedido, Brites teria reunido um grupo de mulheres e constituído uma espécie de milícia que perseguia os inimigos, matando-os sem dó nem piedade.
Os historiadores possuem em linha de conta que Brites de Almeida se trata de uma lenda mas, assim mesmo, é inegável que a história desta padeira se tornou célebre e Brites foi transformada numa personagem lendária portuguesa, uma heroína celebrada pelo povo nas suas canções e histórias tradicionais.
Feito por :
Catarina nº 10
Érica nº 16
Sara nº 25
Ana Maria Magalhães nasceu em Lisboa a 14 de Abril de 1946, no seio de uma enorme família onde as crianças ocupavam o primeiro lugar. A casa albergava pais, avós, uma tia viúva, notável contadora de histórias. Ali eram recebidas também com frequência os muitos tios e primos, que se instalavam para passar temporadas quando vinham do Porto, da Régua, de Moncorvo, trazendo consigo outras posturas, outras histórias, uma linguagem diferente com outras expressões, outras sonoridades.
A infância e juventude decorreram portanto num ambiente alegre, caloroso, rico de experiências humanas.Foi aluna do Colégio Sagrado Coração de Maria, onde concluiu o ensino secundário. Licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo acumulado, durante os três primeiros anos, com a frequência do Curso Superior de Psicologia Aplicada no ISPA.
O casamento, aos 21 anos, obrigaria a uma opção. Ainda estudante, começou a trabalhar no Cambridge School e depois no Gabinete de Estudos dos Serviços de Apoio à Juventude (FAOJ) do Ministério da Educação.Iniciou a actividade docente como professora de História de Portugal do 2.º ciclo no ano lectivo de 1969/1970 no Liceu António Enes em Lourenço Marques, Moçambique.
O contacto próximo com crianças africanas, indianas, chinesas e portuguesas foi tão motivante que, de regresso a Lisboa, decidiu enveredar definitivamente pela carreira docente. Encontrou colocação na Escola Preparatória de Salvaterra de Magos, onde teve oportunidade de conhecer o meio rural, experiência muito gratificante, apesar das dificuldades inerentes ao facto de trabalhar longe de casa tendo dois filhos pequenos.
No ano lectivo de 1976/1977 fez estágio pedagógico do 1.º grupo na Escola Preparatória Fernando Pessoa, em Lisboa. Entre 1980 e 1982 desempenhou funções na Formação de Professores de História (delegada com profissionalização em exercício). Em 1982 foi convidada para Técnica do Serviço de Ensino de Português no Estrangeiro. Nessa qualidade preparou e apresentou cursos de formação de professores, visitou escolas em vários países da Europa e nos Estados Unidos da América, participou em seminários do Conselho da Europa em Portugal e no Estrangeiro.
O ministro da Educação chamou-a para integrar a equipa que se ocupou da Reforma do Sistema Educativo entre 1989 e 1991. Desempenhou funções de coordenadora de reforma curricular do 2.º ciclo. Nos dois anos seguintes dedicou-se a um estudo sobre os jovens e a leitura no âmbito do Instituto de Inovação Educacional.Em 1994 aceitou o convite da Expo’98 para dirigir o Jornal do Gil.
Em 1997 foi destacada para o gabinete do Ministro da Educação a fim de estabelecer a ligação pedagógica entre o Pavilhão de Portugal da Expo’98 e as escolas.A par desta intensa actividade no domínio da educação, estreou-se como escritora de livros infanto-juvenis em parceria com Isabel Alçada em 1982.Os seus livros, que marcaram uma viragem na história da literatura infantil portuguesa, reflectem a longa e rica experiência educativa, são eco de uma infância e juventude particularmente felizes e traduzem o seu enorme talento para comunicar com os mais novos.Autobiografia (publicada na edição de 31 de Agosto do Jornal de Letras)
Trabalho realizado por Márcio e Angelo Miguel
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Egipto ( 5º parte )

Mumificação das múmias:
Então, já deves ter ouvido falar em múmias mas pouco poderás saber da mumificação. Ora presta atenção.
1. O faraó manda construir a pirâmide ou o hipogeu.
2. Depois quando morre levam-no para a câmara funerária.
3. Então tiram–lhe o cérebro pelas narinas e depois os outros órgãos.
4. Por vezes tiram o coração, limpam–no e voltam a pô-lo lá dentro, outras vezes em vez do
coração metem um escaravelho.(os órgãos eram metidos dentro de vasos víscerais).
5. Depois cobrem o corpo de natrão para o corpo secar completamente.
6. Seguidamente, o corpo era enchido com linho, natrão, serradura e as substâncias aromáticas.
7. O corpo era envolvido com faixas de linho.
8. Colocavam a máscara funerária no rosto do morto.
9. E um sacerdote mascarado de Anúbis, Deus dos mortos, procedia as cerimónias.
Trabalho realizado por: Anabela, Bruno e Érica.
Dia da Mãe!
Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas actualmente é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo.
Um dia, o Amor estendeu as mãos
para o nada e abriu o espaço...
Um dia, o Amor estendeu as mãos
para o homem e abriu-se o encontro...
Um dia, o Amor se tornou
vida de tua vida e eu existi...
Mãe, o céu sem confins revela-me teu amor...
A vastidão do mar fala-me da tua bondade...
As altas montanhas refletem teu heroísmo...
A profundeza dos vales espelha tua humildade...
A beleza das flores traduz teu caminho...
Tudo isso encerras dentro de teu grande coração...
E silenciosa, serena, sorrindo,
continuas labutando no cotidiano da vida.
Um dia, o Amor se tornou
vida de tua vida e eu existi.
Obrigado, Mãe!